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sábado, 25 de maio de 2019

Angelin Barbosa voou na Maratona Internacional de São Paulo

06/10/2013  -  Disputando a prova de 10km, o brasileiro saiu e voltou ao Obelisco do Ibirapuera em 00:44:00 conquistando a 15ª colocação na categoria

Com largada da Avenida Pedro Álvares Cabral, a prova de 10km seguiu pela região da República do Líbano e teve como ponto inusitado a passagem pelo Túnel Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que conduz à Avenida Juscelino Kubitischek. O retorno foi semelhante, com mais 5km até o contorno do Parque do Ibirapuera e a chegada em frente ao Obelisco.
Angelin Neres Barbosa aproveitou a largada antecipada em 25 minutos na edição 2013 e imprimiu um bom ritmo médio, na casa dos 04:24 min/km . Concluiu o percurso em 44min, em 15º lugar na categoria de 40-44 anos, e 96º na classificação geral dos 10km.
O mais rápido na distância foi Bruno Oliveira Amorim com o tempo de 20 minutos. Entre as mulheres, vitória de Taismartha dos Santos Ramos com 17 minutos.

domingo, 30 de abril de 2017

33ª Volta Pedestre "Cidade de Itu" - 2017



http://www.cronoserv.com.br/resultado/1700332/33-volta-pedestre-itu-6km/

http://www.cronoserv.com.br/resultado/1700332/33-volta-pedestre-itu-6km/

http://www.cronoserv.com.br/resultado/1700331/33-volta-pedestre-itu-10km/

http://www.cronoserv.com.br/resultado/1700331/33-volta-pedestre-itu-10km/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Muito tempo sem treinar? Saiba os efeitos dessa pausa em seu corpo

Dar uma pausa às vezes é necessário, seja para um descanso, férias ou até mesmo para se recuperar de alguma lesão, mas será que isso coloca todo o seu preparo já conquistado a perder?
Webrun conversou com o treinador de corrida e professor de educação física da Quark Sports, Eduardo Barbosa, para entender a influência disso em nosso corpo.
De acordo com ele, após manter um ritmo de treinos intensos e longos em uma temporada, é imprescindível dar um bom descanso ao corpo e até mesmo trocar a corrida por outra atividade física recreativa no período de férias, por exemplo, mesmo isso causando alguns efeitos.
“Ficar parado por mais de 15 dias já causa uma perda na condição física, no entanto se for realizado uma outra atividade física, por exemplo a troca da corrida por ciclismo, surf ou natação, o que chamamos de "Cross Training" em intensidade leve, respeitando uma boa alimentação, você pode ficar até 30 dias aproximadamente sem maiores prejuízos, principalmente se considerarmos atletas amadores”, explica Eduardo.
Com essa pausa de 15 dias nos treinamentos, o rendimento do músculo esquelético sofre uma queda considerável, o que pode prejudicar o sistema cardio respiratório. Nada que não possa ser recuperado com um período de base, tanto na musculação como na corrida. Segundo o preparador, se os treinos forem retomados com normalidade, em até quatro semanas é possível apresentar a condição física pré-férias.
De que forma o atleta deve voltar aos treinamentos?
“No retorno deve se realizar os exames médicos de todo começo de ano. Para corredores um teste ergo espirométrico pode ajudar seu treinador a definir as intensidades de corrida e ter dados como o consumo máximo de oxigênio. O trabalho de base com musculação e corrida, trabalhando em intensidades leve a moderada para atletas já treinados, pode ser intercalado com treinos fortes. Pensando em preparação e não em ritmo de competição, respeitar a periodização do profissional que te orienta é o principal para voltar com tudo", afirma o treinador.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Dormir faz bem ao coração

12/12/2016 - Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Bonn, na Alemanha, analisaram a relação entre o sono e a saúde do coração. O estudo, considerado inédito por focar o impacto específico do turno de 24 horas, avaliou as condições cardíacas de médicos que trabalham por 24 horas, com intervalos de no máximo três horas de sono.
Durante a análise não foram consideradas condições de estresse individual ou ambiental. Os participantes também não puderam consumir qualquer tipo de estimulante ou energético.
O que se verificou é que a falta de sono aumenta a pressão sanguínea e sobrecarrega o coração, aumentando a força dos batimentos (contratilidade) e sua frequência. “Pela primeira vez, mostramos que uma privação de sono de curto prazo, no contexto dos turnos de 24 horas, pode levar a considerável aumento da pressão sanguínea, da contratilidade e da frequência cardíaca”, disse o autor principal do estudo, Daniel Kuetting, do Departamento de Radiologia Diagnóstica da Universidade de Bonn.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Existem formas de evitar o refluxo durante a corrida?

Terminar uma maratona ou corrida de rua já requer um enorme esforço físico e mental, imagine então percorrer essas distâncias enquanto você tem um refluxo ácido? Essa é a realidade de muitos atletas que sofrem do problema.
O corpo gera essa reação quando o alimento que ingerimos volta ao esôfago, juntamente ao ácido gástrico do estômago, causando uma reação conhecida como azia. O refluxo ocorre em função de uma falha no esfíncter cárdico, uma região que funciona como uma válvula, impedindo que o bolo alimentar volte para o esôfago. Entre os principais sintomas estão
- Azia
- Regurgitação, podendo provocar até vômitos
- Excesso de saliva
- Tosse, ronquidão e asma, que acontece quando o refluxo atinge a laringe
Pesquisas sobre o tema comprovaram que o refluxo também pode originar da falta de alimentação, ou seja, praticar exercícios com o estômago vazio pode ser uma das razões para você sofrer deste mal durante suas corridas.
Comer alimentos não indicados é outro fator importante, como conta a nutricionista Ana Freitas. “O ideal é evitar alimentos muito calóricos, como os que possuam açúcares de rápida digestão e absorção, por exemplo, doces e massas. Os alimentos gordurosos e fibrosos também devem ser evitados devido ao seu tempo maior de digestão, ou seja, permanecem mais tempo no trato gastrointestinal. O tempo para digestão da refeição que antecede a corrida não deve ser inferior a duas horas", finaliza.   Então fique atento e planeje sempre suas refeições, afinal comer instantes antes da corrida é outra causa comum, afinal é necessário se alimentar e aguardar até que o organismo faça a digestão.
Mesmo com essas diversas causas, nem sempre o refluxo está ligado somente à realização de atividade física. Alguns hábitos do seu dia a dia também podem ocasionar os sintomas, como: exagerar no café e fumar.
“Se o atleta seguir estas normas básicas e mesmo assim continuar com as indesejáveis azias e refluxos, ele deve procurar um médico para verificar se não há um problema mais grave. No caso de não haver diagnóstico, procure um nutricionista para fazer uns ajustes em sua dieta como um todo”, alerta Ana.

Saiba o que acontece no seu corpo ao iniciar uma corrida

Das ações de colocar o tênis, sair para correr e voltar exausto, seu corpo passa por diversas mudanças. O organismo passa a realizar ajustes físicos e químicos para sair do estado parado e entrar em movimento. Pode parecer que não, mas esse ato gera um estresse no e exige mais dos órgãos, músculos e articulações.
O que acontece com o corpo?
O nutricionista e Dr. em Fisiologia do Exercício, Ricardo Zanuto, explica que o corpo passa a realizar ajustes hormonais e bioquímicos que têm como objetivo ajudar que ele suporte a corrida. “Essa atividade gera um stress, por isso, quando uma pessoa começa a correr forte logo no início ela fadiga rápido”.   Quais as reações?
Cérebro – aumenta a produção de serotonina, hormônio que nos dá a sensação de bem-estar e felicidade.
Coração – correr fortalece o músculo do coração e a circulação, já que o órgão passa a bombear sangue para o todo o corpo de modo mais eficiente.
Menos risco de doença cardíaca - pesquisas revelam que pessoas que correm apenas uma hora por semana podem reduzir o risco de doença cardíaca em quase metade, em comparação aos sedentários.
Fortalecimento - correr também fortalece os ossos e a região do core. 
Metabolismo - correr ajuda a acelerar o metabolismo. Isso acontece porque o exercício aumenta o consumo de oxigênio através da ativação muscular, o que eleva o gasto calórico.
“A parte do corpo mais afetada durante a corrida é a dos membros inferiores como glúteo, quadríceps, musculatura posterior da coxa e panturrilha, além do músculo cardíaco. Para driblar a fadiga é necessário que haja um bom aquecimento e que aconteça de forma progressiva”, explica Zanuto.
Reações em um treino
1.O corpo começa buscando um equilíbrio ao consumo de oxigênio para manter-se em movimento.
2.O sistema circulatório também se adapta para irrigar de forma mais eficiente as regiões mais ativas na corrida, como a musculatura. Também busca diminuir a irrigação para os órgãos que não estão trabalhando tanto.
3.Corpo mantém adaptações até a pessoa alterar a intensidade novamente, seja ela aumentando ou diminuindo.
4.Ao término da corrida, o corpo leva algum tempo para voltar ao estado de repouso, pois ele deve repor o que foi perdido.

Corrida de rua: como fazer 10 km em menos de 50 minutos?

Fazer distâncias maiores em tempos curtos é o objetivo de todo corredor. Para quem está começando, correr dez quilômetros já é um grande feito. Agora imagine completar essa distância em menos de 50 minutos? Com planejamento, é possível e o Webrun consultou um especialista em corrida para explicar como.
De acordo com o professor da Bio Ritmo, Nelson Tiago Talarico, o primeiro passo é o comprometimento. 
Quem pode correr 10 km em 50 minutos?
Nem todo mundo que treina regularmente consegue ter um desempenho como esse. Alguns fatores como peso, dieta equilibrada, descanso regular e ter um treinamento adequado são imprescindíveis para obter esse resultado. Essas pessoas fazem parte de um grupo seleto de corredores que levam o programa de treinamento a sério, estando dispostos a acordar cedo e cumprir a tarefa exigida em sua planilha, comprometidos cada vez mais em baixar seu tempo.
Qual a maior dificuldade para fazer esse tempo?
A exigência do programa de treino é maior, as sessões podem aumentar de três vezes na semana para até cinco e ficarem mais intensas. Na minha opinião, o que realmente vai fazer a diferença para esse atleta é a dedicação que vai colocar nos treinamentos e o quanto estará disposto a se doar aos estímulos propostos. Sem falar na alimentação e no sono, que influenciarão diretamente em seu resultado.
Então o que devo fazer para obter um tempo abaixo de 50 minutos correndo 10 km?
Antes de qualquer coisa, faça uma avaliação médica para ter certeza que está apto ao desafio. Em seguida, procure a ajuda de um treinador, ele é a pessoa indicada para ajustar a sua planilha e definir o que você realmente precisa para conseguir atingir seu resultado. Buscar a orientação de uma nutricionista para equilibrar sua dieta também pode ser interessante, já que baixar tempo fora do peso está fora de questão.
Procure fazer exercícios para fortalecer a musculatura do core, abdutores, adutores, gêmeos, sóleo, psoas e posteriores. Os benefícios são muitos, além de deixarem os músculos preparados para receber os impactos que a corrida causa, evitarão que o atleta se lesione com frequência.
Existe algum treinamento específico para alcançar essa meta de forma mais rápida?
Há vários métodos para serem utilizados, mas como a distância em questão são dez quilômetros, deve-se combinar velocidade, resistência e força. Os treinos que sugiro são: tempo run, subidas e o intervalado.
Tempo Run
Serve para preparar o corpo para exercícios mais longos que o comum, com tiros maiores, ou seja, aumentar o limiar anaeróbio.
Modo de executar: realizar trabalhos de velocidade contínuos mais prolongados. Devem ser fortes no limite do confortável e sem exageros nas distâncias e velocidades.
Objetivo: o treino de ritmo é fundamental para ajustar seu organismo a suportar a intensidade pretendida. Por exigir bastante resistência, não é o tipo de treinamento mais indicado para quem de fato está iniciando na corrida.
Subidas
Serve para adaptar a musculatura e ossos, desenvolvendo força e melhora da performance cardiovascular.
Modo de executar: realizar esse treino em ritmo confortável e moderado, começando com uma inclinação pequena e ir aumentando progressivamente.
Objetivo: melhorar a capacidade cardiovascular, fortalecer membros inferiores e ainda aprimorar as passadas de impulsão.
Intervalado
Preparação/adaptação da capacidade para resistir a um esforço intenso.
Modo de executar: frequência cardíaca máxima (85% a 95%) intensidade alta, volume baixo. Correr as séries em uma intensidade boa com recuperações, que podem ser caminhadas, trote ou até mesmo corrida leve, dependendo do condicionamento de cada corredor.
Objetivo: variar o ritmo das corridas entre forte e muito forte, com corridas leves ou trotes.

sábado, 8 de outubro de 2016

Soldado aprende a viver de novo, depois de perder as mãos e os pés

O ex-soldado ucraniano Vadym Svyrydenko (R) leva o campo em Kiev em 27 de julho quando ele participa de uma fase de qualificação para selecionar os participantes no evento de 10 quilômetros do 41º Marine Corps Marathon, que está sendo realizada em 30 de outubro na Estados Unidos. Svyrydenko usa "blade" especial correndo próteses. Ele perdeu as duas mãos e partes de ambas as pernas depois de quase congelamento até a morte em batalha perdida dos soldados ucranianos do Debaltseve em 2015.


07/10/2016 - Vadym Svyrydenko perdeu suas mãos e pés durante a batalha desastrosa para Debaltseve em fevereiro de 2015.
Ele sobreviveu por um milagre, tendo esperado por ajuda durante três dias em temperaturas de congelamento ao lado cadáveres de seus companheiros.
Um homem de 43 anos de idade, de constituição atlética, depois de sofrer ferimentos ele se viu incapaz de as mais simples tarefas diárias, como caminhar ou comer.
Desde que, ele está aprendendo a viver de novo - ele agora pode andar, comer sozinho e cozinhar sua própria comida. E ele estabeleceu-se um novo objetivo - para correr em uma corrida de 10 quilômetros.
fuga de azar

Svyrydenko, especialista em marketing que vivem em Kiev, foi chamado em Agosto de 2014 para servir como um paramédico. Em fevereiro de 2015, ele encontrou-se em Debaltseve, uma cidade em Donetsk Oblast cerca de 800 quilómetros de Kiev.
As forças russas separatista conjuntas sitiaram a cidade para assumir o controle de um dos maiores entroncamentos ferroviários da Ucrânia, forçando milhares de soldados ucranianos fazer uma retirada lutando fora de cerco.
Cerca de 500 soldados ucranianos foram mortos durante a retirada ao longo das trilhas ásperas através de campos cobertos de gelo e neve - e semeada com minas terrestres.
Durante o cerco, um comboio de vários veículos com soldados feridos tentou fazer o seu caminho para fora da Debaltseve para obter soldados feridos para o hospital na cidade grande mais próxima. Svyrydenko foi em um deles: Seu braço e na coxa teve ferimentos causados ​​por estilhaços.
Mas a ferida nunca fez isso para o hospital. As minas terrestres saiu sob os veículos.
Cerca de doze homens feridos, Svyrydenko um deles, foram forçados a passar a noite no caminhão destruído, como as temperaturas caíram para 25 graus Celsius congelamento de menos.
Svyrydenko foi o único vivo na parte da manhã. Todos os seus companheiros haviam congelado até a morte na noite. A espera
Os soldados não lesionados em seu partido tinha deixado para o próximo checkpoint ucraniano-realizada logo após a explosão, prometendo enviar ajuda.
Mas nenhuma ajuda nunca chegou.
Não havia escapatória para Svyrydenko: Mesmo que ele podia andar, ele estava em território controlado pelos inimigo e não sabia que sua localização exata.
Assim, ele esperou. Ele esperou por três longos dias e quatro noites mais longas, ficando o interior dos destroços do caminhão, envolto em cobertores, rodeado pelos cadáveres de seus companheiros. Ele comeu neve.
"Como eu sobrevivi - esta questão vai para Deus", diz ele com um sorriso.
Na manhã do quarto dia, ele foi encontrado por separatistas apoiados pelos russos, que o levou para seu reduto, Donetsk.
Eles levaram os cadáveres também. O corpo de seu 23-year-old comandante, que morreu de frio no caminhão, foi enterrado em sua cidade natal Lutsk no oeste da Ucrânia. Um dia, Svyrydenko quer visitar seu túmulo.
Salvo pelo inimigo
Em Donetsk, Svyrydenko foi enviado a um hospital para obter os primeiros socorros. Ele diz que os separatistas o havia tratado melhor do que a maioria dos outros cativos, dando-lhe assistência médica e alimentar. Eles fizeram quebrar duas de suas costelas quando souberam que ele era de Kyiv. Mas ele diz que não era nada em comparação com o que o frio fez com ele.
Vendo sua condição - suas mãos e pés estavam severamente frostbitten - os separatistas enviou-o para o território controlado pelo governo.
Em um hospital de Kiev, os médicos amputaram suas mãos e pés infectados.
Quando perguntaram a sua permissão para a amputação, Svyrydenko sentia irritado e deprimido. A alternativa à amputação era a morte.
"Foi difícil de ouvir", lembra ele. "Mas o médico me disse que eu deveria viver para minha família."
reabilitação US
Após as amputações, Svyrydenko teve que aprender tudo a partir do zero. as tarefas diárias como comer tornou-se impossível sem ajuda. Ele passava os dias deitado na cama.
Um mês após a cirurgia ele comeu sozinho pela primeira vez - fisioterapeutas canadenses que trabalham em Kiev trouxe dispositivos especiais destinadas a permitir que amputados para segurar um garfo ou colher.
"Você tem que aprender o máximo possível para tornar-se independente e não contar apenas com sua esposa ou a ajuda dos outros", diz Svyrydenko de sua vida após as amputações.
Svyrydenko passou seis meses no hospital em Kiev. Foi lá que a sua reabilitação começou. Veteranos da guerra soviética no Afeganistão entrou para ensiná-lo a andar sobre as próteses.
Mas a recuperação verdadeira da Svyrydenko começou quando ele viajou para o centro médico militar os EUA, em Bethesda, Maryland, no âmbito de um programa de reabilitação financiado pelo governo dos EUA.Ele passou oito meses nos Estados Unidos, onde fez cursos de fisioterapia, foi dado três pares de mãos e pés próteses, e aprendeu a executar.
O próximo passo foi natação. Svyrydenko tinha certeza que ele nunca iria nadar de novo, mas os médicos o convenceu a tentar. Ele foi bem sucedido ao mesmo tempo.
"Um treinador nadou atrás de mim e gritou alguma coisa, mas eu só lhe pedi que me deixe em paz e deixe-me nadar", diz ele.
Outro desafio foi o cozimento.
"Os médicos não iria deixá-lo ir até que você pode mostrar que você pode cozinhar para si mesmo", diz Svyrydenko.
Para provar que ele tinha aprendido, Svyrydenko fez bifes para o pessoal do hospital. Ele nem sequer obter uma mordida si mesmo - tudo foi consumido imediatamente.
Desporto e da família
Muitos veteranos sofrem de transtorno de estresse pós-traumático, que em casos extremos empurra-los ao suicídio. A receita de Svyrydenko para manter seu ânimo é esportes e apoio à família.
"Eu daria todos os meus medalhas para minha esposa", diz Svyrydenko.
Quando ele estava congelando no campo próximo Debaltseve, sua esposa estava grávida de seu segundo filho.Desde seu retorno, ela o apoiou em todos os momentos.
Depois ele passou a reabilitação básica, Svyrydenko estabeleceu sua próxima meta. Ele aplicou a participar de uma corrida de 10 quilômetros para os veteranos nos Estados Unidos no final de outubro, e foi aceito.
Para treinar para a corrida, a cada segundo dia, ele vai para um estádio nas proximidades e faz até 40 voltas na pista, como sua esposa conta. Ele encontrou inspiração nos Jogos Paraolímpicos Rio.
Os médicos nos deu Svyrydenko próteses de funcionamento especial. Para seu conhecimento, apenas três pessoas na Ucrânia que não são atletas paraolímpicos têm essas próteses.
batalhas pós-guerra
Após a reabilitação, Svyrydenko não voltar para marketing. Em vez disso, ele trabalha em um sem fins lucrativos que tem como objetivo melhorar a vida dos veteranos.
Fazendo lobby para um aumento do financiamento do orçamento para próteses, melhorar o acesso aos edifícios para pessoas com deficiência, orientação soldados com transtorno de estresse pós-traumático - estas são as questões que hoje ocupam o dia de Svyrydenko.
Ele experimentou tais problemas a si mesmo, é claro.
Svyrydenko funciona em Khreshchatyk Street, no centro de Kiev, mas vive no bairro Troyeshchyna periféricas da cidade cerca de 15 km de distância. Ele tentou usar o transporte público, mas não havia lugares suficientes e de pé não era uma opção - sem as mãos, ele não conseguia segurar o corrimão. No final, o governo teve de fornecer Svyrydenko com um motorista para levá-lo para o trabalho.
Mas esta não é uma opção para todos. Então Svyrydenko trabalha para aumentar a conscientização sobre os problemas das pessoas com deficiência e convencer as autoridades de que as mudanças são urgentes.
"Se você está atrás do volante, em seguida, fazer alguma coisa, não apenas ninharias", diz Svyrydenko.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Corrida pode te ajudar a aliviar stress e encontrar o equilíbrio

Na sociedade moderna, muitos são os fatores que contribuem para um quadro de stress na população: prazos no trabalho, saúde dos filhos, aumento do índice de violência nas grandes cidades, crise política e econômica, entre outros. São várias as conceituações de stress mas, em linhas gerais, é possível compreendê-lo como qualquer alteração/desequilíbrio do sistema nervoso autônomo, o que dificulta nosso poder de conservar a atenção e, por consequência, de tomar decisões.
A princípio, o stress não é um problema pois sinaliza uma resposta do organismo na busca do equilíbrio fisiológico geral. Porém, quando o fator estressor é constante, essa adaptação pode não ser funcional e, assim, transforma-se em risco à saúde. A atividade física, principalmente a corrida, quando praticada com regularidade estimula a produção de serotonina e endorfina, hormônios responsáveis pela sensação de bem estar após a prática esportiva, aquela que muitos de nós sentimos quando terminamos de praticar uma determinada atividade física, seja a partida de futebol, a natação recreativa ou os exercícios aeróbicos realizados na academia por um período mais prolongado (por volta de 30 minutos).
Mesmo que de forma moderada, essa sensação é responsável por nos motivar a prosseguir na prática da atividade física, seja ela a corrida ou outra modalidade esportiva que contenha características de uma atividade aeróbica por um tempo mais prolongado.

Ao fazê-la, alimentamos nosso corpo com esses hormônios, responsáveis não só pela sensação de bem estar, mas também pela melhora do nosso quadro anímico geral, oferecendo melhores condições para lidarmos com as situações cotidianas. Neste sentido, os fatores estressores presentes em nossa vida acabam sendo combatidos direta e indiretamente por intermédio da prática esportiva e de atividade física (aqui a corrida assume papel de destaque), já que nos colocamos em melhores condições (de humor e, consequentemente, de enfrentamento a esses fatores estressores) para lidar com eles.  Além disso, se estivermos preparados para esta atividade, buscando o equilíbrio de nosso sistema nervoso autônomo, responsável por nos oferecer melhores condições para concentrar nossa atenção e, consequentemente, tomarmos decisões mais acertadas, é possível atingir um grau de organização e equilíbrio fisiológico que nos possibilitará não só exercermos uma boa prática de atividade física, que tenha qualidade, como também, utilizar esse equilíbrio fisiológico em nossas atividades cotidianas (profissionais, pessoais, entre outras).

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Não tem coitadinho na Paraolimpíada

18/09/2016 - O gigante iraniano Morteza Mehrzad tem 2,46m. É um dos quatro homens mais altos do mundo, mas precisa de muletas para ficar em pé – uma de suas pernas é mais curta do que a outra. Ele mesmo se considerava um coitadinho: por causa da altura, tinha vergonha de sair de casa. Hoje, não. Tem orgulho. Sua história, porém, não está aqui pela superação. Mas pelo seu significado para o vôlei sentado.   

Recrutar gigantes mostra profissionalismo no vôlei

A presença do jogador no elenco da seleção do Irã, finalista da modalidade por oito Jogos Paraolímpicos seguidos, mostra que a era dos coitadinhos acabou. Mehrzad é deficiente, mas não está na seleção por isso. É fruto de um processo de garimpo de jogadores altos do Irã para manter o país na elite.
A coisa é tão séria que as seleções não mais se contentam em receber interessados em jogar: agora os atletas são recrutados por habilidade e altura. O Brasil, mesmo, tem o seu gigante. O oposto Anderson Ribas foi bicampeão da Superliga e se aposentou por causa de lesão nos dois joelhos. Além da experiência no vôlei tradicional, se destaca pelos 2,12m.

Cadeiras de roda com engenharia de ponta

O vôlei sentado não é o único exemplo. Olhe nas pistas de atletismo. Alguns atletas dos EUA estão usando uma cadeira de rodas bem diferente de seus rivais, toda em fibra de carbono, com um design bem mais aerodinâmico do que os triciclos tradicionais. O equipamento é fruto de uma parceria do comitê olímpicos norte-americano com a BMW, que usou tecnologia da fabricação de carros de corrida e engenheiros acostumados em encontrar maneiras de aumentar a velocidade nas pistas para o desenvolvimento. É uma evolução enorme.
"A tecnologia das cadeiras de roda de competição atingiu um platô no início dos anos 2000. O material que eu usava em 2006, quando comecei, era praticamente o mesmo que eu usava até o ano passado", escreveu Josh George, campeão mundial paraolímpico de maratona, em seu blog. "O motivo para isso é que o mercado é restrito. Se você comparar com as bicicletas, não temos tantas pessoas usando. Não falta gente com dinheiro disposta a gastar milhares de dólares em um aro de fibra de carbono de bicicleta para usar na pedalada do fim de semana, por exemplo. Com cadeiras de rodas, isso não acontece. Por isso, não existia investimento em pesquisa", escreveu.

Time de F-1 trabalha com paraolímpicos

Além da BMW, a Honda também trabalha com equipamentos em fibra de carbono para paraolímpicos do Japão. E a Dallara, fabricante italiano de chassis de carros de corrida (foi fornecedora da F-Indy e da F-1, por exemplo), criou algumas peças para a handbike que o italiano Alex Zanardi (bicampeão da Indy) usou em suas seis medalhas. Na Grã-Bretanha, que veio ao Rio de Janeiro com vários atletas paraolímpicos honrados com títulos de nobreza pela rainha Elizabeth, a Williams entrou no páreo: Karen Darke teve a sua handbike projetada pelos engenheiros da fábrica de Grove.
"Eu fui até lá em janeiro e disseram que não teriam tempo para isso. Mas depois, os engenheiros me chamaram e começaram a trabalhar na ideia. Ela não parece muito diferente das handbikes tradicionais, já que existem dimensões e padrões a serem mantidos pelas regras. Mas está muito mais aerodinâmica", explica Karen, ouro no ciclismo de pista na prova contrarrelógio H1-2-3.

Impressoras 3D nivelam alcance da tecnologia

Sem contar avanços tecnológicos nas próteses. As lâminas usadas pelos corredores amputados, por exemplo, estão cada vez mais leves e resistentes. E mais acessíveis. A alemã Denise Schindler, por exemplo, desenvolveu (em parceria com uma empresa dos EUA de tecnologia) uma prótese que pode ser criada em uma impressora de 3D – e que, portanto, são mais baratas e acessíveis. Com ela, foi duas vezes medalhistas no ciclismo de estrada. Muitos atletas também imprimiram luvas usando a tecnologia.
Os treinamentos também estão muito mais evoluídos. O Brasil, por exemplo, acaba de inaugurar um centro de treinamento em São Paulo moderníssimo e completamente adaptado. Algo que nem mesmo o Comitê Olímpico tem. Nos EUA, a Universidade de Illinois tem um programa atlético voltado para cadeirantes. As salas de musculação estão lotadas de equipamentos adaptados, incluindo esteiras especiais em que um atleta pode simular o esforço necessário para correr provas ao redor do mundo. Incluindo subidas e descidas. É lá que uma das maiores estrelas do atletismo no Rio, Tatyana McFadden, que conquistou cinco medalhas, quatro de ouro, treina.
Como Mehrzad, Tatyana também tem uma história de superação. Nasceu na Rússia com um defeito na coluna, foi deixada em um orfanato e adotada por uma norte-americana, também cadeirante. Muito mais importante, porém, é o que ela já fez pelo esporte. Quando era criança, mudou uma lei para que deficientes pudessem competir nos esportes colegiais. No Rio de Janeiro, subiu ao pódio em cinco das seis provas que disputou. E ainda corre a maratona, sua especialidade. Acha que ela se acha uma coitadinha?



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Atleta paralímpico é ouro e comemora ‘plantando bananeira’

Na manhã deste domingo (11), Kovan Abdulraheem foi ouro no lançamento de dardo. Além da medalha, o atleta iraquiano caiu nas graças da torcida. O público do Engenhão foi ao delírio neste domingo (11). Apesar de não ter brasileiro competindo na prova, a torcida escolheu o iraquiano, Kovan Abdulraheem, como seu favorito. O atleta, por sua vez, não decepcionou.
Em sua terceira tentativa, o competidor do Iraque atingiu 42.85m, assumindo, de vez, a primeira colocação geral. Contente com o resultado, Kovan dançou e 'plantou bananeira' em pleno estádio olímpico. Aldulraheem foi ouro com sua melhor marca pessoal: 42.85m. O pódio do lançamento de dardo, categoria F41, teve Wildan Nukhailawi, também do Iraque, com a medalha de prata e Pengxiang Sun, da China, com o bronze.
Resultado de imagem para Kovan Abdulraheem

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ricardo Costa: [salto em distância] 1º ouro - Daniel Dias: 2º ouro - 200 livre S5 [natação] - Daniel Martins:3º ouro [atletismo - 400m Classe T20] - Claudiney dos Santos : 4º ouro[ atletismo - lançamento de disco, categoria T47] - Shirlene Coelho: 5º ouro [atletismo - arremesso dardo classe F37] - Petrucio Ferreira: 6º ouro [atletismo - 100 m rasos da classe T47] - Alessandro Rodrigo Silva: 7º ouro [atletismo - lançamento de disco F11] - Daniel Dias: 8º ouro [natação - 50 livre S5] - Antônio Leme, Evani Soares da Silva e Evelyn de Oliveira: 9º ouro [bocha - mista em duplas, classe BC3] - Daniel Silva, Felipe Gomes, Diogo Ualisson e Gustavo Henrique: 10º ouro - [atletismo - revez. 4x100m masc. T11-T13] - Silvânia Costa: atletismo - 11º ouro - salto em distância fem. T-11] - Daniel Dias: 12º ouro - natação 50m costas S5 ] - Futebol de 5: 13º ouro - Daniel Dias: 14º ouro - natação 100 m livre S5]

08/09/2016 - Maior medalhista do Brasil na história dos Jogos Paraolímpicos, Daniel Dias, 28, conheceu nesta quinta-feira (08) o pódio da Rio-2016. O nadador venceu os 200 m livre da categoria S5, prova em que detém o recorde mundial e já havia conquistado o ouro em Pequim-2008 e Londres-2012. Com isso, abriu caminho para a meta pessoal de se tornar o recordista de pódios nas piscinas paraolímpicas em todos os tempos.
"A vibração da torcida foi a maior emoção que senti na piscina. Meu coração parecia que ia subir pela garganta e sair pela boca", descreveu o brasileiro à reportagem após a prova.
Foi o segundo ouro do Brasil na Rio-2016 (o país também conseguiu uma prata). A meta do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) é incluir entre os donos da casa entre os cinco primeiros no quadro de medalhas orientado pelo número de vitórias.
A medalha foi a 16ª de Daniel Dias em Jogos (11 ouros, quatro pratas e um bronze). O brasileiro está inscrito em nove provas da Rio-2016 e precisa chegar ao pódio em todas se quiser ultrapassar o australiano Matthew Cowdrey, dono de 23 láureas, que é o atual recordista da natação paraolímpica e não disputa a Rio-2016.
O plano de bater Cowdrey começou com perfeição nesta quinta-feira. Ovacionado pela torcida desde o momento em que entrou na área da piscina, Daniel Dias abriu vantagem logo nos primeiros metros e nadou na frente em toda a prova. O brasileiro completou os 200 m livre em 2min27s88, pouco acima dos 2min27s83 que haviam rendido o ouro em Londres-2012.
Natural de Campinas, no interior de São Paulo, Daniel Dias nasceu com uma má formação congênita nos dois braços e uma perna. Aprendeu a nadar apenas em 2004, aos 16 anos, e estreou em Jogos Paraolímpicos em Pequim-2008. Saiu da competição na Ásia com nove medalhas (quatro ouros, quatro pratas e um bronze).
Em Londres-2012, Dias foi ainda melhor. Coletou seis medalhas (todas de ouro) e se consolidou como o brasileiro com mais pódios em Jogos.
Além dos pódios paraolímpicos, Daniel Dias já obteve 30 medalhas em Mundiais, 27 em Jogos Parapan-Americanos e seis recordes mundiais. O brasileiro já ganhou três vezes o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte.





10/09/2016 - Claudiney dos Santos conquistar o quarto ouro brasileiro na disputa do lançamento de disco, categoria T47. De quebra, ele ainda quebrou o recorde paralímpico da prova. Caudiney lançou 45,33 m.
10/09/2016 - Shirlene Coelho, sul-mato-grossense de 35 anos ficou com a medalha de ouro no arremesso de dardo (classe F37) ao atingir a marca de 37,57m, superando a segunda colocada na prova por mais de sete metros. As chinesas Na Mi e Qianqian Jia ficaram com a prata e bronze, respectivamente, com o arremesso de 30,18m e 29,47m.   No Rio de Janeiro, a brasileira ainda participa do arremesso de disco e peso, provas nas quais detém láureas mundiais, mas ainda busca sua primeira paralímpica.
11/09/2016 - Petrucio Ferreira, 19, sobrou nos 100 m rasos da classe T47 dos Jogos Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Depois de ter batido o recorde mundial nas eliminatórias, ele baixou ainda mais a marca neste domingo (11) e conquistou a medalha de ouro ao cumprir a distância em 10s57. Yohansson Nascimento, 28, também do Brasil, fez 10s79 e ficou com o bronze.
12/09/2016 - Alessandro Rodrigo Silva, ouro no lançamento de disco F11 à noite. 
12/09/2016 - Daniel Dias é ouro em natação 50m livre S5.
12/09/2016 - Ouro, com o trio formado por Antônio Leme, Evani Soares da Silva e Evelyn de Oliveira, na competição bocha mista em duplas, na classe BC3. 
13/09/2016 - O atletismo brasileiro venceu na manhã desta terça-feira o décimo ouro para o país nas Paralimpíadas do Rio 2016. A conquista veio no revezamento 4x100m masculino, de classes T11 até T13, que atingiu o tempo de 42s37, bateu o recorde paraolímpico. Foi representado pelos corredores Daniel Silva e Felipe Gomes, da classe T11, Diogo Ualisson da T12 e Gustavo Henrique da T13. Os quatro quebraram o recorde que pertencia a Rússia, conquistado em Londres 2012, que foi de 42s66. 
16/09/2016 -  Silvânia Costa de Oliveira conquistou o ouro nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 na modalidade de salto em distância T-11, categoria para deficientes visuais. A paratleta liderou o salto em sua segunda tentativa durante as primeiras três teve a melhor marca de 4,78m. O ouro foi confirmado na sua última tentativa, dona da marca 4,98.
16/09/2016  - Daniel Dias faturou nesta sexta-feira sua 22 medalha paralímpica da carreira, e em grande estilo. O brasileiro conquistou o ouro na final dos 50m costas S5 na natação, com o tempo de 35s40.
17/09/2016 - Futebol de 5 é ouro.
17/09/2016 - O nadador Daniel Dias  venceu os 100 m livre da categoria S5  com o tempo de 1:10.11   

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Com 257 medalhas, Brasil termina Parapan-Americano do Canadá em primeiro lugar

Os primeiros Jogos Parapan-americanos foram realizados em 1999 na Cidade do México. 1.200 atletas de 20 países competiram em quatro modalidades (atletismo, basquete, natação e tênis de mesa). A segunda edição ocorreu em Mar del Plata, Argentina, em 2003. Os Jogos Parapan-americanos Rio 2007 terminaram com o Brasil em primeiro lugar no quadro de medalhas. Cerca de 1.300 atletas e 700 membros de delegações, disputaram 10 esportes.  Os IV Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011 foram realizados de 12 a 20 de novembro de 2011. Os 275 eventos esportivos de 13 esportes do Parapan 2011 foram disputados por 1.358 atletas de 24 países. Os V Jogos Parapan-Americanos foram realizados de 7 a 15 de agosto de 2015 no Canadá. Os 445 eventos esportivos de 15 esportes do Parapan 2015 foram disputados por 1.608 atletas  de 28 países.  

Os números finais do Brasil nos Jogos Parapan-Americano de 2015, em Toronto (Canadá), traduzem a performance de uma potência esportiva: a delegação chegou a 257 medalhas, sendo 109 de ouro, 74 de prata e outras 74 de bronze.
Trata-se do melhor rendimento do Brasil em toda a história do evento, superando o recorde anterior registrado nos Jogos Parapan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007, quando a equipe paralímpica conquistou 221 medalhas.  Para se ter uma ideia do domínio brasileiro na edição deste ano, o segundo lugar no quadro geral, o Canadá, não chegou à metade das medalhas de ouro brasileiras, conseguiu apenas 50. Os americanos, em terceiro, chegaram a 40. A participação marcante dos brasileiros aumenta a expectativas para as Paraolimpíadas do ano que vem, nos Jogos Rio 2016. Além do retrospecto, terá a vantagem de jogar em casa e contar com o apoio da torcida.
Quadro de Medalhas dos Jogos Parapan-americanos de Guadalajara 2011
C - País - O - P - B - T
1 - Brasil - 81 - 61 - 55 - 197
2 - Estados Unidos - 51 - 47 - 34 - 132
3 - México - 50 - 60 - 55 - 165
4 - Cuba - 27 - 16 - 11 - 54
5 - Argentina - 19 - 25 - 31 - 75
6 - Colômbia - 18 - 23 - 13 - 54
7 - Venezuela - 16 - 14 - 18 - 48
8 - Canadá - 13 - 22 - 28 - 63
9 - Jamaica - 1 - 4 - 0 - 5
10 - Chile - 1 - 0 - 3 - 4

Quadro de Medalhas dos Jogos Parapan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007
C - País - O - P - B - T
1 - Brasil - 83 - 68 - 77 - 228
2 - Canadá - 47 - 37 - 26 - 110
3 - México - 38 - 41 - 36 - 115
4 - Estados Unidos - 37 - 43 - 35 - 115
5 - Cuba - 26 - 21 - 11 - 58
6 - Argentina - 7 - 16 - 30 - 53
7 - Venezuela - 5 - 9 - 14 - 28
8 - Peru - 3 - 1 - 0 - 4
9 - Colômbia - 2 - 6 - 9 - 17
10 - Jamaica - 1 - 2 - 2 - 5
Quadro de medalhas dos Jogos Parapan-Americanos
PosPaísGold.Silver.Bronze.Total
1Brasil Brasil4453112701026
2México México347318257922
3Estados Unidos Estados Unidos162177139478
4Argentina Argentina155162173490
5Canadá Canadá129132115376
6Cuba Cuba947143208
7Venezuela Venezuela686891227
8Colômbia Colômbia517765193
9Uruguai Uruguai16141040
10Chile Chile10101939
11Porto Rico Porto Rico93820
12Peru Peru87722
13Jamaica Jamaica710421
14Costa Rica Costa Rica53715
15Equador Equador31711
16Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago2024
17El Salvador El Salvador1113
18 Bermudas1001
19República Dominicana República Dominicana0123
20Bolívia Bolívia0112
21Panamá Panamá0101
22 Nicarágua0044
23Paraguai Paraguai0011
Total1513136812264107